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TRE indefere candidaturas de Jeremias do Banco ao governo, Pastor Gilvan ao Senado e 61 postulantes a deputado estadual

Democrata lança Jeremias Cosmo como candidato ao governo de Pernambuco Reprodução/WhatsApp O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) informou, nesta quinta-feira (...

TRE indefere candidaturas de Jeremias do Banco ao governo, Pastor Gilvan ao Senado e 61 postulantes a deputado estadual
TRE indefere candidaturas de Jeremias do Banco ao governo, Pastor Gilvan ao Senado e 61 postulantes a deputado estadual (Foto: Reprodução)

Democrata lança Jeremias Cosmo como candidato ao governo de Pernambuco Reprodução/WhatsApp O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) informou, nesta quinta-feira (10), que indeferiu o registro de candidatura do Professor Jeremias do Banco e do Pastor Gilvan Costa. Eles são candidatos ao governo de Pernambuco e ao Senado, respectivamente, pelo partido Democrata. Também foram indeferidos os registros de outros 61 candidatos a deputado estadual, incluindo 20 dos 23 postulantes lançados pelo Democrata. A decisão atingiu, ainda, todos os 40 candidatos do Mobilização Nacional (Mobiliza) e um do Republicanos. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE As decisões foram tomadas por unanimidade durante sessões realizadas na quarta (9) e nesta quinta (10). Os candidatos podem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Procurado, a defesa do Pastor Gilvan disse que a situação da candidatura é regular e vai entrar com um recurso contra a decisão (saiba mais abaixo). O g1 tenta contato com o Professor Jeremias do Banco e as siglas Democrata, Mobiliza e Republicanos. Agora no g1 Segundo o TRE, no caso do Democrata e do Mobiliza, os indeferimentos se devem a irregularidades na composição dos diretórios estaduais dos partidos, sem anotação no Sistema de Gerenciamento (SGIP) do TSE. Além disso, conforme o órgão, as chapas não cumpriram a cota de gênero, que estabelece um percentual mínimo de 30% para mulheres. Já o caso do Republicanos diz respeito à candidatura de Elizeu da Silva Santos. De acordo com o tribunal, ele se filiou ao partido menos de seis meses antes da eleição, descumprindo o prazo estabelecido por resolução do TSE. O que diz a defesa de Pastor Gilvan Costa O advogado Emílio Duarte, que representa o Pastor Gilvan Costa, disse que o processo está relacionado a divergências sobre a prestação de contas do diretório estadual do Democrata. Segundo ele, há apenas uma conta pendente, de um extrato de 2024, para apresentar à Justiça Eleitoral. No entanto, segundo o advogado, a conta foi encerrada em 2017. "Realmente foi uma falha na administração do partido. O partido mudou de direção. O presidente é novo, o próprio pastor Gilvan é vice-presidente e é novo [no partido]. Então, tem muita coisa do passado, das pendências que as pessoas que trabalham com contabilidade eleitoral direito eleitoral sabem que têm que estar atuando e realmente não foram feitas e nós juntamos", afirmou. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias